66% dos participantes perderam mais do que 50% do peso em excesso ao fim de um ano de seguimento. Os vários endpoints estudados foram atingidos na grande maioria dos casos. Apenas 5% dos doentes necessitaram de reoperação.
As três questões colocadas ao painel de peritos foram:
1. Se os resultados do estudo apoiam a nova indicação.
2. Se os resultados apoiam a segurança do tratamento.
3. Se os resultados mostram que as vantagens são superiores aos riscos.
Todas as respostas foram positivas.
De acordo com o fabricante a eficácia da Lap-Band no tratamento da obesidade grave é menor do que outras intervenções bariátricas, mas é muito mais eficaz do que terapêutica tradicional não cirúrgica.
Notícia no New York Times
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